O que é o amor?
O tempo todo, por vários lugares, poesias, anúncios, rodas de conversas vemos o amor sendo objeto de reflexão.
Sentimos amor de muitas maneiras diferentes, amor pelos filhos, pelos pais, irmãos, amigos, conjugues. E por cada um um amor diferente.
E nesse texto vamos nos ater ao amor homem X mulher. Amor carnal. Vontade de envelhecer junto. Do amor que nos faz perder a razão.
Acreditava, Nietzsche, que o amor chega quando se tenta desejar o bem em sua totalidade para algo. Dizia que quando amamos juntamos todas as melhores propriedades das coisas mais maravilhosas e perfeitas do mundo, e consideramos similares ao objeto amado. Com afirmações desse tipo, estapafúrdias, concluí-se que o sentimento do amor pode distorcer a representação da realidade, pode afastar a pessoa da realidade compartilhada pela maioria, tal como se tratasse de idéias supervalorizadas ou uma certa obsessão.
E, racionalmente falando, o amor nos afasta dessa representação social da realidade, nos tira o chão e na maioria das vezes temos as mais inconsequentes atitudes. Mas por amor vale a pena perder o equilíbrio, perder a razão, sair da realidade ditadora.
Alguns autores mais recentes acham que a atenção, carinho, zelo e cuidados em relação à pessoa amada devem ser esperados em qualquer relacionamento amoroso saudável e, por saudável, devemos entender o relacionamento que jamais proporcionará sofrimento, seja da pessoa que ama seja de quem é amado (Simon, 1982 e Fisher, 1990).
E para você, leitor amigo, que é o amor? A perda da representação da realidade, como acredita Nietzsche ou é a expressão de um amor saudável? Ou Algo nunca antes descrito?
Eu já amei muito. E de diferentes formas, vários homens diferentes. Já lutei, perdi, reconquistei, sofri, fui correspondida, não correspondida. Já amei apenas um e já amei à muitos ao mesmo tempo. Porém, nos últimos anos, tenho percebido que já não me abalo sentimentalmente e que já não me importo mais com meu companheiro. E não me importo com meu namorado , não zelo, não cuido, não perco a realidade. Não me importo se ele vem ou não. se liga ou passa dias sem dar sinal de vida. E ai você pode dizer: "você não o ama!"
De fato, não me surpreenderia com essa possibilidade. Mas o fato que me assusta é que homem nenhum me causa taquicardia, suadeira, saudade, vontade ou qualquer outra características do amor. Simplesmente deixei de sentir amor pelos homens. Só tesão, desejo, vontade de transar e satisfazer meu bel-prazer.
Será que alguma coisa se perdeu em mim? Ou a idade, a vivencia faz isso as pessoas?
Eu não sinto mais emoção. Aquele desejo de cativar, que Antoine de Saint- Exupèry valoriza em "o pequeno Príncipe" se perdeu a muito tempo.
Eu sinto saudade de amar, de sentir amor, aquele frio na barriga, aquela vontade de ver, de ouvir a voz do ser amado.
Talvez a correria do dia-a-dia tenha endurecido meu coração.
Meu Deus, onde foi que eu perdi a fórmula para sentir amor?
Somos uma constante transformação, uma mutação contínua e o que não muda nunca é a nossa capacidade de recordar. "O tempo é o melhor autor. Sempre encontra um final perfeito." Charles Chaplin
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domingo, 3 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Nasceu Otávio!
01/04/11 nasceu meu mais novo sobrinho: Otávio.
saúde, paz, amor e muita felicidade ao meu sobrinho, meu irmão e cunhada!
E assim que tiver uma foto do Otávio vou postá-la aqui para todos conhecê-lo!!!
saúde, paz, amor e muita felicidade ao meu sobrinho, meu irmão e cunhada!
E assim que tiver uma foto do Otávio vou postá-la aqui para todos conhecê-lo!!!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Maria vence o BBB11
A vitória da sister Maria surpreendeu-me. Ela não era minha favorita. Eu torci, desde o começo, para o Weslley vencer o reality show. Porém as palavras ditas pelo apresentador Pedro Bial, levaram-me a reflexão de como nós mulheres somos transformadas, modificadas de acordo com a pessoa que amamos, gostamos, pela pessoa que está ao nosso lado.
Continuemos no exemplo da Maria. quando ela estava focando seu interesse no Brother Mau-mau e era constantemente rejeitada, a moça foi tornando-se uma mulher vulgar e sem o mínimo de amor próprio. Jogava-se aos pés do rapaz e acabou até tirando a calcinha em rede nacional para tentar seduzir o moçoilo.
A segunda versão de Maria, então rendida pelos encantos de Wesley, revela uma mulher doce, afável, meiga e discreta. Pelo menos "discreta" para os parâmetros vistos em relação ao seu comportamento na fase Mau-mau.
Eu já tive também varias versões de mim. Já fui varias "eus" diferentes. E de algumas de mim, não sinto nem um pouco de saudade.
Um ditado popular, muito bem bolado, diz: diga-me com quem andas que eu direi quem tu és. Somos influenciados e influenciamos o comportamento das pessoas o tempo todo. Tem pessoas, amigos, amores que nos fazem bem, nos tornam uma pessoa melhor e outras vezes despertam o pior em nós.
Por Isso deixo uma dica a todos os leitores: Análise suas ações e reações diante das pessoas, de repente um relacionamento não está lhe fazendo bem, está despertando o que há de pior em sua personalidade, então não fique insistindo. Pare e pense. Busque sempre o melhor para você e para as pessoas que te rodeiam.
Melhor sozinho que mal acompanhado.
domingo, 27 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Último capítulo de Ti-ti-ti
Eu gostei da nova versão para o final de Ti-ti-ti, achei que a autora preservou a essência dando um toque moderno e engraçado. A final precisamos mesmo de mais alegria diante de tantos fatos trágicos que vemos atualmente.
Só para relembrar: No ultimo capitulo da novela na versão de 1985 Ariclenes e André Spina Terminam num Asilo e como sempre brigando e se engalfinhando e uma voz do além pergunta se eles nunca vão parar de brigar e outra voz, supostamente de Deus responde um sonoro : "Nunca!". E na versão atual eles aparecem brigando na casa do André enquanto aguardam para irem ao lançamento da grife deles e da Jaqueline e os filho de Ari pergunta se eles nunca vão parar de brigar e os demais personagens em cena respondem " nunnnca"
No desfile a banda Boletim de Ocorrência faz uma apresentação e Rita Lee segue com a canção enquanto entram desfilando todos os artistas, a autora Maria Adelaide Amaral e produtores que fizeram parte da novela. Por ultimo entram Ariclenes e André se empurrando e começam a duelar com os dedos indicadores e ai entra Jaqueline que encerra com a frase: "Isso não é mesmo o fim"
Maria Adelaide Amaral conseguiu preservar o que de melhor teve a novela e ainda manteve um humor bem dosado pois, em minha opinião, precisamos mesmo de um pouco de alegria para conseguirmos desestressar deste momento tão difícil que a população mundial vem vivendo. É só ligar a TV ou começar a navegar pela internet que vemos notícias e mais noticias de crises e catástrofes que nos deixam amedrontados e em certo aspectos revoltados por sabermos que muitas dessas catástrofes tem um dedinho ou talvez a mão inteira do homem, que poderia cuidar melhor do planeta em que vive ao invés de ficar chorando e reclamando a sorte por todas as intempéries que a natureza vem oferecendo.
Só para relembrar: No ultimo capitulo da novela na versão de 1985 Ariclenes e André Spina Terminam num Asilo e como sempre brigando e se engalfinhando e uma voz do além pergunta se eles nunca vão parar de brigar e outra voz, supostamente de Deus responde um sonoro : "Nunca!". E na versão atual eles aparecem brigando na casa do André enquanto aguardam para irem ao lançamento da grife deles e da Jaqueline e os filho de Ari pergunta se eles nunca vão parar de brigar e os demais personagens em cena respondem " nunnnca"
No desfile a banda Boletim de Ocorrência faz uma apresentação e Rita Lee segue com a canção enquanto entram desfilando todos os artistas, a autora Maria Adelaide Amaral e produtores que fizeram parte da novela. Por ultimo entram Ariclenes e André se empurrando e começam a duelar com os dedos indicadores e ai entra Jaqueline que encerra com a frase: "Isso não é mesmo o fim"
Maria Adelaide Amaral conseguiu preservar o que de melhor teve a novela e ainda manteve um humor bem dosado pois, em minha opinião, precisamos mesmo de um pouco de alegria para conseguirmos desestressar deste momento tão difícil que a população mundial vem vivendo. É só ligar a TV ou começar a navegar pela internet que vemos notícias e mais noticias de crises e catástrofes que nos deixam amedrontados e em certo aspectos revoltados por sabermos que muitas dessas catástrofes tem um dedinho ou talvez a mão inteira do homem, que poderia cuidar melhor do planeta em que vive ao invés de ficar chorando e reclamando a sorte por todas as intempéries que a natureza vem oferecendo.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Fórmula do humor
Pesquisador diz ter descoberto a fórmula do humor
Forma algébrica do nosso humor seria h = d x s, aonde h é humor, d é o quão desinformados somos sobre uma determinada situação e s é a nossa seriedade frente a essa mesma situação.
Uma nova teoria sobre o humor divulgada no dia 15 de março 2011 propõe, curiosamente, uma fórmula matemática para identificar a causa e o nível das respostas humanas a estímulos humorísticos. O cálculo é representado pela equação h = d x s (na publicação original, em inglês, o “d” é substituído pela letra “m”).
O autor da fórmula, Alastair Clarke, argumenta que o fato de o ser humano depender de seu próprio ambiente cultural para desenvolver o humor torna sua tese não apenas comprovável, como também a dá a ela “uma importância sem paralelo”. Ainda assim, ele alerta que não pretende afirmar que todas as pessoas seguem uma fórmula algébrica antes de rirem, mas apenas comprova que existe uma certa constância.
O cálculo matemático partiu da constatação de que o humor está ligado à falta de informação e à percepção que o ser humano tem sobre determinado assunto. O homem só vê graça naquilo que desconhece e que é diferente do que está acostumado. Por exemplo, costuma-se achar graça em uma situação em que outro indivíduo age de forma oposta àquela que é culturalmente aceita.
O prazer que sentimos, o humor (h), portanto, seria calculado multiplicando-se o grau de desinformação (d em português e “m”, de misinformation em inglês) percebida pelo grau com o qual o indivíduo pode levar a situação à sério (s). h = d x s.
Segundo essa teoria, então, o humor existe como um mecanismo que encoraja o homem a interpretar uma informação diferente daquela com a qual está acostumado sem rejeitá-la - ao invés de interpretar o diferente como potencialmente perigoso, o ser humano ri. Isso só ocorre quando não se enxerga perigo na situação; quando o indivíduo enxerga apenas uma codificação cultural diferente e inofensiva. Quando uma pessoa sorri, portanto, ela teria conseguido atingir esse grau de percepção.
“É claro que não estou tentando dizer que todos nós passamos por um processo matemático racional toda vez que achamos alguma coisa engraçada, mas esse esquema algébrico reflete a reação instantânea do cérebro a informações potencialmente perigosas (que poderiam ser mal interpretadas)”, afirma Clarke.
Uma nova teoria sobre o humor divulgada no dia 15 de março 2011 propõe, curiosamente, uma fórmula matemática para identificar a causa e o nível das respostas humanas a estímulos humorísticos. O cálculo é representado pela equação h = d x s (na publicação original, em inglês, o “d” é substituído pela letra “m”).
O autor da fórmula, Alastair Clarke, argumenta que o fato de o ser humano depender de seu próprio ambiente cultural para desenvolver o humor torna sua tese não apenas comprovável, como também a dá a ela “uma importância sem paralelo”. Ainda assim, ele alerta que não pretende afirmar que todas as pessoas seguem uma fórmula algébrica antes de rirem, mas apenas comprova que existe uma certa constância.
O cálculo matemático partiu da constatação de que o humor está ligado à falta de informação e à percepção que o ser humano tem sobre determinado assunto. O homem só vê graça naquilo que desconhece e que é diferente do que está acostumado. Por exemplo, costuma-se achar graça em uma situação em que outro indivíduo age de forma oposta àquela que é culturalmente aceita.
O prazer que sentimos, o humor (h), portanto, seria calculado multiplicando-se o grau de desinformação (d em português e “m”, de misinformation em inglês) percebida pelo grau com o qual o indivíduo pode levar a situação à sério (s). h = d x s.
Segundo essa teoria, então, o humor existe como um mecanismo que encoraja o homem a interpretar uma informação diferente daquela com a qual está acostumado sem rejeitá-la - ao invés de interpretar o diferente como potencialmente perigoso, o ser humano ri. Isso só ocorre quando não se enxerga perigo na situação; quando o indivíduo enxerga apenas uma codificação cultural diferente e inofensiva. Quando uma pessoa sorri, portanto, ela teria conseguido atingir esse grau de percepção.
“É claro que não estou tentando dizer que todos nós passamos por um processo matemático racional toda vez que achamos alguma coisa engraçada, mas esse esquema algébrico reflete a reação instantânea do cérebro a informações potencialmente perigosas (que poderiam ser mal interpretadas)”, afirma Clarke.
Esta notícia foi publicada em 15/03/2011 no Saúde & Bem Estar da revista Época. Todas as informações nela contida são de responsabilidade do autor.
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